quarta-feira, 24 de junho de 2009
segunda-feira, 22 de junho de 2009
De Accept a ZZ Top

Hoje, dando uma voltinha pela Livraria Saraiva do shopping Praia de Belas após o almoço, achei um livrinho muito legal.
Trata-se de "The Rough Guide to Heavy Metal", escrito por Essi Berelian e lançado pela editora americana Rough Guides, ainda sem versão no Brasil. Paguei menos de R$ 48,00, uma barbada pelo que o guia traz.
Recomendo pelo seguinte: o autor lista mais de 300 bandas do gênero com biografias breves e bem-humoradas, indica os melhores discos, tenta explicar que som as bandas fizerem e fazem. E o mais divertido: boxes sobre variados assuntos. Alguns: Better Than The Movie (trilhas sonoras), Bizarre Cover Versions, Metal Ballads, Ten Top Live Albums, Top Guitar Solos, Top Riffs, Metal Movies, AOR, Concept Albums, Glam Metal, etc. Tem até um box com piadas sobre bateristas. XD
É mais um guia sobre rock pesado - o tema heavy metal está bastante elastecido na lista de bandas. Tem de tudo: AC/DC, Iron Maiden, Faith No More, Cannibal Corpse, Poison, Skid Row, Alice Cooper, Danzig, Ratt, Jane's Addiction, Ramones, Michael Schenker, The Darkness, The Wildhearts, Nirvana, Smashing Pumpkins, Rammstein, Soulfly, e até (rá!) W.A.S.P.
So what is it heavy metal anyway?
O autor diz que, if you were to ask the venerable Lemmy what kind of music Motörhead plays, he would fix you with a beady eye and tell you in no uncertain terms that it's all just rock'n'roll, which goes to show how perceptions of genres can differ. (...) With such a head-spinning confusion of bands, genres and possibilities it's very tempting simply to do as Lemmy does and just think of it all as rock'n'roll. After all, he should know - he was there when it all started.
quinta-feira, 18 de junho de 2009
W.A.S.P.*
Gosto mutcho.
O vídeo é cômico, mas é sonzeira pura. Admito que gosto da parte em que é ateado fogo ao letreiro. Além do mais, todo mundo sabe que o hard precisa de bons clichês. E eu não tenho nada contra clichês, como se pode notar.
Ah, se os comentários deste blog estivessem abertos... Haha.
"I'm a wild child, come and love me, I want youuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu..."
________________________________________________
* W.A.S.P.: A banda nunca explicou a sigla, e por isso há muitas teorias. Gosto mais de We Are Sexual Perverts, porque é engraçado - e é hard! XD
sábado, 13 de junho de 2009
Moda passageira?
Este vídeo é lindo, a música é linda e a voz do Dave Gahan é a mais perturbadora de todas.
Eu tenho essa coisa com sons, com música. Quando saio com alguém reparo muito na voz e na mão do sujeito - são itens non-negotiable.
Eu tenho essa coisa com sons, com música. Quando saio com alguém reparo muito na voz e na mão do sujeito - são itens non-negotiable.
quarta-feira, 10 de junho de 2009
Feriadão
E eu mereço esse descanso. Eu até trouxe um pouquinho de trabalho braçal pra fazer, mas isso não vai alterar a felicidade em que meu ser se encontra. =)
Saindo do escritório, comi minha torrada com café com leite na padaria de sempre e depois rumei à locadora. Saí munida com os seguintes títulos:
- Elizabeth (dã, ainda não vi -é o com a Cate Blanchett)
- O último bandoneón (documentário sobre tango)
- O quarto do filho
- Meu irmão é filho único
- As aventuras de Erik, o Viking (Ragnarok!)
- Um dia muito especial (esse mesmo, do Ettore Scola)
Tenho até a segunda-feira para assistir.
***
Rendi-me ao twitter. Não sei bem para que serve, mas tenho tantos amigos usando que resolvi testar.
twitter.com/remindertoself
***
That's all for today, folks. Vou ali torcer para que o Nilmarzinho não se machuque. E dane-se a CBF. =]
Saindo do escritório, comi minha torrada com café com leite na padaria de sempre e depois rumei à locadora. Saí munida com os seguintes títulos:
- Elizabeth (dã, ainda não vi -é o com a Cate Blanchett)
- O último bandoneón (documentário sobre tango)
- O quarto do filho
- Meu irmão é filho único
- As aventuras de Erik, o Viking (Ragnarok!)
- Um dia muito especial (esse mesmo, do Ettore Scola)
Tenho até a segunda-feira para assistir.
***
Rendi-me ao twitter. Não sei bem para que serve, mas tenho tantos amigos usando que resolvi testar.
twitter.com/remindertoself
***
That's all for today, folks. Vou ali torcer para que o Nilmarzinho não se machuque. E dane-se a CBF. =]
segunda-feira, 8 de junho de 2009
domingo, 7 de junho de 2009
Existencialismo?
Esses dias li "O Estrangeiro", que estava na minha lista de leituras urgentes havia certo tempo (ainda que isso possa soar contraditório...). Ia lendo e digerindo. Parava para digerir um pouco melhor, e continuava. A partir de um certo ponto, a leitura tornou-se mais rápida que a do início da obra - procurava um sopro de esperança nas palavras de Camus, mas ele não veio.
Em contrapartida, folheando as Memórias Póstumas encontrei o seguinte alento*:
"Trata de saborear a vida; e fica sabendo que a pior filosofia é a do choramingas que se deita à margem do rio para o fim de lastimar o curso incessante das águas. O ofício delas é não parar nunca; acomoda-te com a lei, e trata de aproveitá-la."
- Machado de Assis
___________________________________________
*puxão de orelha
Em contrapartida, folheando as Memórias Póstumas encontrei o seguinte alento*:
"Trata de saborear a vida; e fica sabendo que a pior filosofia é a do choramingas que se deita à margem do rio para o fim de lastimar o curso incessante das águas. O ofício delas é não parar nunca; acomoda-te com a lei, e trata de aproveitá-la."
- Machado de Assis
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*puxão de orelha
sexta-feira, 5 de junho de 2009
The Church
Não resisti à frase do post anterior porque é uma das minhas prediletas em se tratando de letras de músicas.
E ela segue igualmente bonita. Tem uma parte que eu quase sempre (ou sempre que posso) canto aos berros, apesar de a música não se prestar a isso. Canto com a autopermissão de uma pequena adaptação:
Wish I knew what I was looking for
Might have known what I would find
Wish I knew what I was looking for
Might have known what I would find
Chegando lá, chegando lá.
Agora chega de frases prontas. Tenho umas coisas para escrever aqui, farei-o logo mais (estômago roncando impedindo).
E ela segue igualmente bonita. Tem uma parte que eu quase sempre (ou sempre que posso) canto aos berros, apesar de a música não se prestar a isso. Canto com a autopermissão de uma pequena adaptação:
Wish I knew what I was looking for
Might have known what I would find
Wish I knew what I was looking for
Might have known what I would find
Chegando lá, chegando lá.
Agora chega de frases prontas. Tenho umas coisas para escrever aqui, farei-o logo mais (estômago roncando impedindo).
quinta-feira, 28 de maio de 2009
segunda-feira, 25 de maio de 2009
Camus
"You will never be happy if you continue to search for what happiness consists of. You will never live if you are looking for the meaning of life."
segunda-feira, 27 de abril de 2009
Quote time
Quem me conhece sabe que sou fã até debaixo d'água do sujeito que escreveu o que segue:
"There are only two tragedies in life: one is not getting what one wants, and the other is getting it.”
- Oscar Wilde.
sexta-feira, 3 de abril de 2009
Nada vai nos separar (II?)
Muitas coisas bacanas acontecendo.
Na semana passada, estive em Venâncio para o aniversário de 60 anos do tio Eldo. Foi um festão. Fazia tempo que não via algumas pessoas, foi muito bom pôr a conversa em dia. Minha mãe era, de longe, a mais animada da festa - ninguém conseguia tirá-la da rodinha de dança. Minha dinda, com joelho estourado e tudo, também requebrou até o final da festa. Também teve Erasure e valsa com meu pai. Comida e sobremesa deliciosas. Mico de bebum e muuuuuitas gargalhadas. Foi a primeira vez que não me irritei com nada, nem com a criançada gritando no microfone querendo cantar música sertaneja.
Com os anos de terapia aprendi a superar a dependência emocional e a aproveitar de verdade os finais de semana na casa dos meus pais. Vou porque gosto (deles, do meu cachorro, da comida, da minha cama, de ver futebol, de ver F1 com meu pai, de tomar chimarrão antes do almoço e no fim da tarde, do churrasco - hm, e que churrasco!). Vou porque quero aproveitá-los enquanto posso. Em certo ponto da vida, sua efemeridade começa a ficar mais e mais evidente. É a ordem natural das coisas (que costumava me apavorar, mas que já não aparenta tanta monstruosidade), e ter consciência disso empresta mais qualidade a esses momentos.
Na volta a Porto Alegre, festa anos 80 com amigos, música boa (e pista melhor ainda), mais gargalhadas e uma "pequena" ressaca na segunda-feira. [Faltou tu, Mi!]
No meio da semana, tombo em meio a uma sessão de julgamento no TRT. Com toga e tudo. Ok, não foi exatamente "bacana", mas foi engraçado e é inesquecível. ;)
Fora isso tudo, outras coisas bacanas: alimentação e exercícios em dia, consultas médicas e exames updated, pessoas novas e legais, mais um filme 3D, Carol e Júlia, terapia em grandes avanços. Ah, e o evento do fim-de-semana: o centenário da única - até hoje - paixão perene na minha vida e respectivo almoço comemorativo, que promete ser memorável (pela companhia e pela organização). E mais: um imprevisto (...) Grenal no Beira-Rio, com torcida também por um belo pôr-do-sol.
Pergunta de final de post: qual foi a última vez que você fez algo pela primeira vez?
Na semana passada, estive em Venâncio para o aniversário de 60 anos do tio Eldo. Foi um festão. Fazia tempo que não via algumas pessoas, foi muito bom pôr a conversa em dia. Minha mãe era, de longe, a mais animada da festa - ninguém conseguia tirá-la da rodinha de dança. Minha dinda, com joelho estourado e tudo, também requebrou até o final da festa. Também teve Erasure e valsa com meu pai. Comida e sobremesa deliciosas. Mico de bebum e muuuuuitas gargalhadas. Foi a primeira vez que não me irritei com nada, nem com a criançada gritando no microfone querendo cantar música sertaneja.
Com os anos de terapia aprendi a superar a dependência emocional e a aproveitar de verdade os finais de semana na casa dos meus pais. Vou porque gosto (deles, do meu cachorro, da comida, da minha cama, de ver futebol, de ver F1 com meu pai, de tomar chimarrão antes do almoço e no fim da tarde, do churrasco - hm, e que churrasco!). Vou porque quero aproveitá-los enquanto posso. Em certo ponto da vida, sua efemeridade começa a ficar mais e mais evidente. É a ordem natural das coisas (que costumava me apavorar, mas que já não aparenta tanta monstruosidade), e ter consciência disso empresta mais qualidade a esses momentos.
Na volta a Porto Alegre, festa anos 80 com amigos, música boa (e pista melhor ainda), mais gargalhadas e uma "pequena" ressaca na segunda-feira. [Faltou tu, Mi!]
No meio da semana, tombo em meio a uma sessão de julgamento no TRT. Com toga e tudo. Ok, não foi exatamente "bacana", mas foi engraçado e é inesquecível. ;)
Fora isso tudo, outras coisas bacanas: alimentação e exercícios em dia, consultas médicas e exames updated, pessoas novas e legais, mais um filme 3D, Carol e Júlia, terapia em grandes avanços. Ah, e o evento do fim-de-semana: o centenário da única - até hoje - paixão perene na minha vida e respectivo almoço comemorativo, que promete ser memorável (pela companhia e pela organização). E mais: um imprevisto (...) Grenal no Beira-Rio, com torcida também por um belo pôr-do-sol.
Pergunta de final de post: qual foi a última vez que você fez algo pela primeira vez?
quinta-feira, 19 de março de 2009
That was then. This is now.
Vontade de dizer um montão de coisas. Preguiça também. Não vou fazer isso porque tenho certeza de que alguns amigos iriam pessoalizar a questão toda, e não quero que isso aconteça de novo. Então, deixarei o desabafo para as sessões de terapia, o que é bem mais eficaz.
Mas como é sacal ser prejulgado. E irritante. Também é quase impossível não prejulgar - é automático. Talvez seja útil questionar se não foi o caso de eu passar exatamente a mensagem que agora me irrita tanto...
Tá difícil de escrever, há muitas sensações desorganizadas me desconcertando. Mas já tenho um plano para pôr tudo em ordem.
...
O trecho abaixo é excerto de um texto que adoro, The Awakening. Possivelmente o mundo todo já o recebeu por e-mail, mas não faz mal. Gosto de dar uma passada de olhos nele de vez em quando. Não postei o texto integral porque tem mais de duas páginas, duvido que alguém leria tudo - mas devo dizer que todas as partes são igualmente bacanas.
Sorte de quem se prestar a ler.
"A time comes in your life when you finally get it... When, in the midst of all your fears and insanity, you stop dead in your tracks and somewhere the voice inside your head cries out ‑ ENOUGH! Enough fighting and crying or struggling to hold on. And, like a child quieting down after a blind tantrum, your sobs begin to subside, you shudder once or twice, you blink back your tears and begin to look at the world through new eyes. This is your awakening.
You realize it's time to stop hoping and waiting for something to change... Or for happiness, safety and security to come galloping over the next horizon. You come to terms with the fact that neither of you is Prince Charming or Cinderella and that in the real world there aren't always fairy tale endings (or beginnings for that matter) and that any guarantee of "happily ever after" must begin with you... And in the process a sense of serenity is born of acceptance.
(...)
You stop complaining and blaming other people for the things they did to you (or didn't do for you) and you learn that the only thing you can really count on is the unexpected. You learn that people don't always say what they mean or mean what they say and that not everyone will always be there for you and that it's not always about you. So, you learn to stand on your own and to take care of yourself... And in the process a sense of safety and security is born of self‑reliance.
(...)
You learn that principles such as honesty and integrity are not the outdated ideals of a bygone era but the mortar that holds together the foundation upon which you must build a life. You learn that you don't know everything, it's not your job to save the world and that you can't teach a pig to sing.
You learn to distinguish between guilt and responsibility and the importance of setting boundaries and learning to say NO. You learn that the only cross to bear is the one you choose to carry and that martyrs get burned at the stake. Then you learn about love. How to love, how much to give in love, when to stop giving and when to walk away. You learn to look at relationships as they really are and not as you would have them be. You stop trying to control people, situations and outcomes.
And you learn that alone does not mean lonely. You also stop working so hard at putting your feelings aside, smoothing things over and ignoring your needs. You learn that feelings of entitlement are perfectly OK.... And that it is your right to want things and to ask for the things you want... And that sometimes it is necessary to make demands. (...)"
- autor desconhecido
Mas como é sacal ser prejulgado. E irritante. Também é quase impossível não prejulgar - é automático. Talvez seja útil questionar se não foi o caso de eu passar exatamente a mensagem que agora me irrita tanto...
Tá difícil de escrever, há muitas sensações desorganizadas me desconcertando. Mas já tenho um plano para pôr tudo em ordem.
...
O trecho abaixo é excerto de um texto que adoro, The Awakening. Possivelmente o mundo todo já o recebeu por e-mail, mas não faz mal. Gosto de dar uma passada de olhos nele de vez em quando. Não postei o texto integral porque tem mais de duas páginas, duvido que alguém leria tudo - mas devo dizer que todas as partes são igualmente bacanas.
Sorte de quem se prestar a ler.
"A time comes in your life when you finally get it... When, in the midst of all your fears and insanity, you stop dead in your tracks and somewhere the voice inside your head cries out ‑ ENOUGH! Enough fighting and crying or struggling to hold on. And, like a child quieting down after a blind tantrum, your sobs begin to subside, you shudder once or twice, you blink back your tears and begin to look at the world through new eyes. This is your awakening.
You realize it's time to stop hoping and waiting for something to change... Or for happiness, safety and security to come galloping over the next horizon. You come to terms with the fact that neither of you is Prince Charming or Cinderella and that in the real world there aren't always fairy tale endings (or beginnings for that matter) and that any guarantee of "happily ever after" must begin with you... And in the process a sense of serenity is born of acceptance.
(...)
You stop complaining and blaming other people for the things they did to you (or didn't do for you) and you learn that the only thing you can really count on is the unexpected. You learn that people don't always say what they mean or mean what they say and that not everyone will always be there for you and that it's not always about you. So, you learn to stand on your own and to take care of yourself... And in the process a sense of safety and security is born of self‑reliance.
(...)
You learn that principles such as honesty and integrity are not the outdated ideals of a bygone era but the mortar that holds together the foundation upon which you must build a life. You learn that you don't know everything, it's not your job to save the world and that you can't teach a pig to sing.
You learn to distinguish between guilt and responsibility and the importance of setting boundaries and learning to say NO. You learn that the only cross to bear is the one you choose to carry and that martyrs get burned at the stake. Then you learn about love. How to love, how much to give in love, when to stop giving and when to walk away. You learn to look at relationships as they really are and not as you would have them be. You stop trying to control people, situations and outcomes.
And you learn that alone does not mean lonely. You also stop working so hard at putting your feelings aside, smoothing things over and ignoring your needs. You learn that feelings of entitlement are perfectly OK.... And that it is your right to want things and to ask for the things you want... And that sometimes it is necessary to make demands. (...)"
- autor desconhecido
terça-feira, 17 de março de 2009
Blergh big time
Não sei que palavras eleger para descrever meu estado de espírito atual. Estou cansada das coisas de sempre (acho que disse isso recentemente...), sem paciência para nada (idem). Nem aos filmes que alugo tenho ânimo para assistir.
Voltei a fazer exercícios, e em vez de me sentir melhor (como todos prometem), só me sinto mais cansada. A habitual expectativa em relação às festas de sexta, sábado e às vezes domingo há tempos não aparece no curso da minha semana. O desafio é não descontar nos meus cereais de chocolate com leite gelado...
Estou cansada das pessoas que só me procuram para falar de si próprias, ou só quando estão solteiras. Também quero ser um pouco egoísta.
Das outras vezes em que estive em situação parecida (obviamente, não é a primeira vez), senti-me confortável. Fiquei na minha, esperando a fase passar para então voltar aos costumes. Desta vez, existe uma sombra de culpa por estar tão inerte. Aí a coisa fica feia...
Não tenho ideia do que fazer agora. Na verdade, estou fazendo tudo que sempre fiz... Então por que essa sensação de não estar fazendo nada?
Vai passar, vai passar. :)
Voltei a fazer exercícios, e em vez de me sentir melhor (como todos prometem), só me sinto mais cansada. A habitual expectativa em relação às festas de sexta, sábado e às vezes domingo há tempos não aparece no curso da minha semana. O desafio é não descontar nos meus cereais de chocolate com leite gelado...
Estou cansada das pessoas que só me procuram para falar de si próprias, ou só quando estão solteiras. Também quero ser um pouco egoísta.
Das outras vezes em que estive em situação parecida (obviamente, não é a primeira vez), senti-me confortável. Fiquei na minha, esperando a fase passar para então voltar aos costumes. Desta vez, existe uma sombra de culpa por estar tão inerte. Aí a coisa fica feia...
Não tenho ideia do que fazer agora. Na verdade, estou fazendo tudo que sempre fiz... Então por que essa sensação de não estar fazendo nada?
Vai passar, vai passar. :)
quinta-feira, 5 de março de 2009
quarta-feira, 4 de março de 2009
terça-feira, 3 de março de 2009
Suzy is a headbanger
Curada da gripe, providenciei uma dor no pescoço daquelas beeeeeem boas. Verdade.
Ontem pude assistir novamente ao Deep Purple, agora no Teatro do Bourbon Country - lugar ótimo para shows. Concluí que o Gigantinho sonegou boa parte da qualidade da banda em razão da péssima acústica. Ontem foi diferente, ouvia-se tudo, uma beleza. Desnecessário dizer que uma banda composta por Roger Glover (de quem apanhei uma palheta!), Steve Morse, Ian Paice, Ian Gillan (apesar da tosse) e Don Airey só pode ter feito um show maravilhoso. Pô, rolou Sometimes I Feel Like Screaming, que é de matar...
Como disse, não vou me alongar em comentários sobre o show. Queria apenas repetir o registro feito anteriormente (por ocasião do show do Ted Poley com Andy Timmons): como é bom sair de um show cansada, em estado de graça - mesmo com o pescoço dolorido. E em plena segunda-feira! Demais.
Não posso esquecer de agradecer ao Codevilla, que me deu "o" ingresso de presente! O preço estava salgado para os padrões porto-alegrenses (e principalmente para os meus!). Obrigada, querido! :)
Abaixo fotos do show, lindonas como todas que o Codevilla faz. Check http://www.flickr.com/photos/codevilla.


Ontem pude assistir novamente ao Deep Purple, agora no Teatro do Bourbon Country - lugar ótimo para shows. Concluí que o Gigantinho sonegou boa parte da qualidade da banda em razão da péssima acústica. Ontem foi diferente, ouvia-se tudo, uma beleza. Desnecessário dizer que uma banda composta por Roger Glover (de quem apanhei uma palheta!), Steve Morse, Ian Paice, Ian Gillan (apesar da tosse) e Don Airey só pode ter feito um show maravilhoso. Pô, rolou Sometimes I Feel Like Screaming, que é de matar...
Como disse, não vou me alongar em comentários sobre o show. Queria apenas repetir o registro feito anteriormente (por ocasião do show do Ted Poley com Andy Timmons): como é bom sair de um show cansada, em estado de graça - mesmo com o pescoço dolorido. E em plena segunda-feira! Demais.
Não posso esquecer de agradecer ao Codevilla, que me deu "o" ingresso de presente! O preço estava salgado para os padrões porto-alegrenses (e principalmente para os meus!). Obrigada, querido! :)
Abaixo fotos do show, lindonas como todas que o Codevilla faz. Check http://www.flickr.com/photos/codevilla.


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